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Governador do RS critica a politização da vacina contra covid-19

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O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), é crítico da politização das vacinas contra a covid-19. Na avaliação dele, há 1 exagero nas duas partes envolvidas no último caso: o Presidente Jair Bolsonaro e o governador João Doria (PSDB). Segundo ele, a impressão é compartilhada por boa parte dos chefes dos Executivos estaduais.

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“Nós lamentamos a politização desse tema, que deve ser eminentemente técnico. E a politização dos 2 lados. Nem alguém pode querer se apropriar da vacina como sua politicamente e menos ainda contrariar e contrapor uma vacina apenas por questões políticas e disputas eleitorais que se possam prever para o futuro”, disse ao Poder360.

Para ele, todas as decisões que tenham relação com a pandemia deveriam ser tomadas de forma técnica. A sua batalha, agora, é trabalhar ao lado de outros governadores para que o governo federal assuma a liderança no processo de vacinação, adotando qualquer uma que seja comprovadamente eficaz.

“Continuo mantendo a expectativa de que tenhamos o plano A (na compra das vacinas), com o Ministério da Saúde (à frente), encaminhamento que é o melhor para o Brasil e os brasileiros“, disse. O plano B, por outro lado, seria a construção de um consórcio de governadores para conduzir o processo.

No 1º mandato à frente do governo gaucho, Leite tem se destacado por aprovar uma extensa pauta de reformas. Até o momento, o governo passou as reformas administrativa e previdenciária. A tributária é a próxima. Além disso, há uma longa lista de privatizações e concessões a serem encaminhadas. Com aprovação em alta, ele diz que não é candidato à reeleição.

O resultado, garante, já está chegando. O Estado fechou o ano passado com déficit de R$ 12 bilhões. Ele antecipou ao Poder360 que a expectativa é fechar no vermelho em R$ 8 bilhões neste ano –apesar da pandemia.

Centro

O governador do Rio Grande do Sul tem auxiliado na construção de uma candidatura de centro para 2022. Questionado se, tal como João Doria, Sergio Moro, Luciano Huck e Luiz Henrique Mandetta têm se encontrado com possíveis candidatos, ele negou.

Por outro lado, pregou a necessidade de acabar com o que chamou de “radicalismo” que estaria presente no país. “O que acontece são conversas entre pessoas que acompanham com preocupação esse radicalismo que se observa na política nacional, que se observa na política internacional -não é só um fenômeno brasileiro. É um estilo de política que busca mais destruir o outro que construir algo novo”, disse.

Fonte: MSN

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