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NRF lança seis tendências para o futuro do varejo

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NRF lança seis tendências para o futuro do varejo

O futuro do varejo ganhou evidência durante a NRF 2023, que mobilizou cerca de 1 mil expositores e mais de 35 mil profissionais entre os dias 15 e 17 de janeiro, em Nova York (EUA). A maior feira mundial do setor varejista trouxe, novamente, ensinamentos relevantes para os tomadores de decisão. Confira a seguir os principais destaques da feira na visão de Alberto Serrentino, fundador da Varese Retail.

Seis insights da NRF 2023 apontados pela BRT-Varese

  • Convergência entre varejo, conteúdo e mídia

O conteúdo, tema relegado a segundo plano pelo varejo, tornou-se ponto central para os negócios. “A administração desse ativo já começa com um dos maiores desafios para os varejistas, que se chama cadastro”, acredita. Para ele, experiências imersivas no universo digital demandam um nível de gestão de mailing muito mais complexo e sofisticado, o que faz com que as varejistas tenham que trabalhar a comunicação em outro patamar. “O live streaming transformou as varejistas em empresas de mídia”, completa.

As varejistas têm ativos relevantes e o maior de todos não é o conjunto de lojas, mas a base de clientes, que é subaproveitada e submonetizada. “O varejo tem canais que se multiplicaram durante a pandemia – lojas, sites, apps, WhatsApp, marketplace. Isso gera uma enormidade de dados que não são capturados, consolidados e tratados, deixando de gerar inputs para a tomada de decisão em muitos dos processos críticos do varejo”, avalia.

  • O futuro do varejo envolve uma nova jornada do colaborador

A experiência do colaborador é um tema recente nos debates sobre o futuro do varejo. Esse conceito implica, inclusive, eliminar as tarefas das quais o colaborador não gosta ou que não sejam gratificantes para ele. “Com empoderamento e ferramentas para que ele consiga tomar decisões e ter mais autonomia, o profissional se sente muito mais participante da gestão estratégica do negócio”, comenta. Em paralelo, o envolvimento em ações sociais em prol da comunidade ajuda a fortalecer o vínculo com o entorno da empresa.

  • Inteligência artificial e ciência de dados

Mapas de calor e programas que rastreiam o fluxo de clientes nos PDVs já revelam o alcance das novas tecnologias. “As câmeras observam os consumidores, detectam quanto tempo eles passam em um corredor, leem expressões faciais e informações demográficas. Toda essa gama de informações fornece KPIs e painéis para que os varejistas posicionem melhor os produtos”, destaca.

  • Futuro da loja física

As lojas físicas precisam de uma nova abordagem depois da maior penetração do digital. A jornada não é mais previsível, linear e homogênea. Muitas vezes, é preciso ter várias lojas dentro de uma única loja para entregar, sem atrito, o que o cliente está fazendo naquele momento. “Repensar o PDV é repensar o negócio, desafiando a cultura e o desenho organizacional”, opina.

  • Cultura, diversidade e sustentabilidade

O propósito continua sendo pilar fundamental, assim como a diversidade, inclusão, o impacto para comunidade e a sustentabilidade consistente, com valores e ações práticas. Estudo do IBM – Institute for Business Value indicou que 51% dos consumidores acreditam que a sustentabilidade ambiental é mais importante para eles do que há um ano e 49% estão dispostos a pagar mais por produtos ecológicos. O futuro do varejo está atrelado a compromisso social.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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