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Problemas de pele? Conheça a lâmpada de Wood

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lâmpada de WoodAparelho fundamental no diagnóstico de procedimentos estéticos e dermatológicos, a lâmpada de Wood tem o objetivo de, basicamente, checar a existência de lesões de pele. Também nomeada de luz de Wood, ou apenas LW, esse método analisa as características de problemas na pele e as extensões relacionadas a elas presentes com a fluorescência que é observada na exposição à luz ultravioleta (sempre com baixo índice de onda).

A lâmpada de Wood tem sua avaliação realizada de maneira complementar ao exame dermatológico com luz normal. Sua função é contemplada, na maioria das vezes, no diagnóstico de doenças de pele e unhas geradas por fungos. O uso também pode ser importante para detectar manchas escuras ou claras na pele, como Melasma e vitiligo, porfiria, oleosidade e ressecamento de pele.

Através da luz ultravioleta é possível visualizar a fluorescência da lesão em questão, e a partir disso o médico – dermatologista, em específico – será o responsável por realizar o diagnóstico, indicar o melhor tratamento para a patologia encontrada e as causas para tal.

Funções da lâmpada de Wood

Para que serve o uso da lâmpada de Wood? Confira abaixo os principais casos de indicação de seu uso:

  • Vitiligo;
  • Melasma;
  • Infecções fúngicas (por exemplo, tinea capitis e pano branco);
  • Pigmentação pós-inflamatória na pele;
  • Infecções bacterianas (por exemplo, eritrasma);
  • Porfiria;
  • Acne;
  • Sarna;
  • Piolho;
  • Esclerose tuberosa;
  • Hipomelanose de Ito.

Como dito, a lâmpada de Wood também pode ser essencial na indicação de pele ressecada ou oleosa antes de fazer procedimentos estéticos. Isso aceita que o dermatologista confira da melhor maneira as características cutâneas do paciente e indique os possíveis procedimentos.

Por conta da fluorescência, a avaliação também pode ser explorada para verificar a presença de outras lesões subclínicas que não haviam sido detectadas no exame dermatológico comum. Assim sendo, em casos de distúrbios pigmentares ela se expande para além da avaliação de limites e características da possível lesão. Vale lembrar que, apesar dos benefícios e das diversas possibilidades de diagnóstico da lâmpada de Wood, seu uso não descarta o exame dermatológico normal, e devem ser sempre realizados correlatamente para tratar da pele.

Como é realizada a avaliação?

O equipamento utilizado na avaliação da lâmpada de Wood é pequeno, permitindo a detecção das lesões através do padrão de fluorescência em questão quando a região da lesão receber iluminação em baixo comprimento de onda. O tamanho da onda da luz ultravioleta é medido em 340 a 450 nm por um arco de mercúrio. A onda é filtrada através de uma chapa de vidro, tendo a composição de 9% de óxido de níquel e silicato de bário.

A avaliação da lesão é realizada a 15 cm do local, em um ambiente escuro e sem luz visível, permitindo que o diagnóstico seja concretizado da maneira mais correta. Isso só será possível se apenas a fluorescência gerada pela lâmpada de Wood na lesão seja analisada.

Resultados da lâmpada de Wood

É possível identificar o resultado da avaliação através da cor de luminescência. De acordo com isso, o próprio médico dermatologista é o responsável por diferenciar cada possível lesão e identificar do que se trata. Saiba que na pele normal a lâmpada de Wood figura com cor roxa. Agora, se aparecer sem nenhuma fluorescência, o resultado se torna negativo.

Em problemas de pele causados por fungos ou bactérias, a fluorescência significa o agente infecioso. Diferente desse caso, no da porfiria, a luz ocorre por conta das substâncias presentes na urina, então deixa de ser negativo e é considerado positivo.

É válido ressaltar que os resultados podem sair como falso positivo ou falso negativo. Isso acontece quando o exame não foi realizado da maneira correta, por exemplo, se a sala do consultório em que houve a avaliação não estivesse tão escura quanto o necessário para o diagnóstico ideal.

Produtos cosméticos como hidratantes, maquiagem, perfumes, e produtos para descolorir pelos também podem influenciar negativamente no resultado. Independente de qual foi, ele deve ser passado ao dermatologista e o procedimento é especialmente feito pelo profissional.

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