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Farmacêutica irá desenvolver IA para diagnósticos

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IA para diagnósticos
Foto: Canva

O uso de IA para diagnósticos pode parecer retirado de um filme de ficção científica, mas é uma realidade cada vez mais próxima. A farmacêutica Roche é um dos players que tem trabalhado para trazer isso para o mundo real. As informações são do Valor Econômico.

A companhia suíça fechou um acordo com a PathAI e utilizará a inteligência artificial da empresa para desenvolver algoritmos que ajudarão a determinar quais medicamentos são mais assertivos para cada paciente.

“A colaboração com a PathAI vai nos permitir atender à demanda de companhias biofarmacêuticas que querem desenvolver algoritmos para diagnósticos complementares”, afirma o laboratório, por meio de nota.

IA para diagnósticos e para prever efeito de medicamentos 

Enquanto a Roche deseja determinar a melhor terapia para cada paciente com o uso da inteligência artificial, a tecnologia já pode ser utilizada também para garantir a eficácia de um tratamento.

Pesquisadores dos hospitais Amsterdam UMC e Radbound University Medical Center estão implementando o uso da tecnologia para prever se um antidepressivo funcionará com um paciente em específico.

O principal objetivo é determinar, ainda no começo do tratamento, se a terapia está sendo efetiva ou não e se é necessária alguma adaptação em seu uso.

Com a utilização da IA, foi possível chegar a uma conclusão em até oito semanas antes do que nos métodos atuais.

Roche não investe só em inteligência artificial 

Além da inteligência artificial, a Roche também investiu seus fundos e energia em outros projetos, como em seu laboratório em São Paulo (SP) para o controle de qualidade de seus produtos.

Inaugurado em maio do ano passado, a unidade demandou um aporte de R$ 40 milhões. O montante abrange investimentos locais e também da matriz da indústria farmacêutica na Suíça.

No último mês de dezembro, a redação do Panorama Farmacêutico realizou uma visita exclusiva à unidade, baseada no bairro do Jaguaré, na zona oeste da cidade.

O espaço pode parecer modesto, mas o objetivo do laboratório é analisar a maior gama de amostras com o mínimo necessário de material.

“Tínhamos duas preocupações quando desenhamos a planta. Ao usar o menor número possível de amostras sem interferir na qualidade dos testes, garantiríamos maior disponibilidade do produto aos pacientes e reduziríamos nosso impacto ambiental no descarte”, relata Ana Maria Resende, líder de qualidade na Roche.

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