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Problemas na gestão da saúde

O problema da saúde, não apenas no Brasil, mas na maior parte do mundo, tem merecido inúmeras análises e propostas de melhoria. Há, contudo, uma máxima, publicada em Managing Change in the NHS ? WHO, da Organização Mundial de Saúde, que fala: ?vive mudando e continua sempre a mesma coisa?, referindo-se ao(s) sistema(s) de saúde, o que mostra que não se tem tido sucesso nas tentativas de melhoria ou, muito menos, de solução. Este pequeno paper aqui traz uma pequena contribuição à copiosidade de publicações sobre o tema. 4 problemas, dentre outros, são percebidos no âmbito da gestão da saúde: primeiro, a incapacidade de se estabelecer um modelo de gestão que consiga, efetivamente, mensurar desempenho do sistema (o que existem são amontoados de indicadores), orientando para medidas a serem tomadas e áreas a serem priorizadas; O segundo problema refere-se à existência de um modelo estrutural incapaz de dar as respostas necessárias às demandas da saúde. A atuação da saúde pública, notadamente no Brasil, segue um modelo em que somente a administração pública deve custear a demanda da população, a custo zero para o cidadão. Um terceiro problema trata da chamada ?irresponsabilidade social?. Esta, refere-se ao indivíduo que bebe demais, fuma, é obeso, pratica sexo arriscado, deixa de tomar medicamentos, dirige de modo irresponsável etc. Ele é o grande ?culpado? pelos problemas de saúde que tem, mas quem paga pelos seus cuidados médicos é a sociedade. Não esquecer, contudo, que há um percentual alarmante de médicos que levam consigo infecções hospitalares (sequer lavam as mãos), escrevem receitas ilegíveis, atendem superficialmente etc.

Finalmente, o quarto problema ? e, talvez, o maior ? é o que se refere à incapacidade aparente de se gerar soluções inovadoras no setor de saúde, tentando-se ?arrancar? respostas novas com as ideias e modelos antigos.

Kaizen mas não kairo; medo de quebras de paradigmas. A nosso ver, o problema da gestão da saúde tem de atentar, prioritariamente, para estes 4 itens. Isto, sem falar de um problema que é da administração pública em geral e que também afeta fortemente a saúde pública, que é a nomeação de gestores que pouco ou nada entendem de gestão. Matéria completa nas bancas ou Acesse o formato digital

Fonte: Gazeta de Alagoas

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