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Dez bairros de SP concentram um quarto do consumo das famílias

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Uma informação-chave na hora de abrir um ponto comercial é, sem dúvida, o potencial de consumo do local escolhido.

Afinal, não adianta abrir uma loja de vestuário numa área em que o consumo de roupas e sapatos é inexpressivo ou onde a concorrência é acirrada.

Um levantamento da Geografia de Mercado, empresa especializada em geomarketing, revela regiões e bairros da cidade de São Paulo com maior e menor potencial de consumo.

Dez bairros da capital paulista, de acordo com o estudo, participam atualmente com 23% de todo o consumo das famílias paulistanas.

São eles: Vila Mariana, Perdizes, Jardim Paulista, Moema, Itaim Bibi, Saúde, Jabaquara, Sacomã, Grajaú e Santana.

  Os dez bairros com menor potencial de consumo na cidade são Marsilac, Pari, Sé, Jaguará, Brás, Barra Funda, Bom Retiro, Anhanguera, Parque do Carmo e Perus.

Juntos, eles representam apenas 2,5% do potencial de consumo em São Paulo.

As maiores concentrações de consumo, portanto, estão localizadas nas regiões Oeste, Centro Sul e Sudeste da capital paulista.

Para chegar a esses dados, a Geografia de Mercado utiliza dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do IBGE, entre outras.

O potencial de consumo das regiões é geralmente responsável pelo movimento de setores, como restaurantes, bares, supermercados, entre os distritos da cidade.

Tadeu Masano, proprietário da Geografia de Mercado, lembra, por exemplo, do movimento do setor bancário, sempre atrás de clientes.

“Há algumas décadas, os bancos ficavam mais concentrados no centro da cidade. Depois foram para a região da Paulista e desceram para a Avenida Faria Lima”, diz.

A região Oeste, que reúne bairros como Pinheiros, Lapa e Perdizes, é a que apresenta maior participação no consumo das famílias paulistanas, de 17,9%.

Por setor, quem aparece em primeiro lugar no quesito consumo de alimentação dentro de casa é a região Sul, com 16,2% de participação entre as regiões.

No quesito vestuário, a Oeste registra a maior participação de consumo, de 16,5%, entre as regiões, assim como em assistência à saúde (19,1%) e educação (21,7%).

Fonte: Jornal Diário do Comércio – SP

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