O maior canal de informação do setor

Dólar fecha estável à espera de definições sobre juros dos EUA

230

O dólar fechou estável, cotado a R$ 5,1755, nesta terça-feira (27), com operadores brasileiros evitando grandes mudanças de posições a exemplo de seus pares no exterior, na véspera da decisão de política monetária do Fed.

Veja também: Consumo das classes C e D recua 11% em junho no Amazonas

Com o resultado, a moeda norte-americana acumula alta de 4,08% no mês e queda de 0,23% no ano.

Siga nosso Instagram

Cenário

Por aqui, o mercado aposta em uma aceleração na alta da Selic em agosto, depois que a prévia da inflação deste mês veio acima da esperada. A expectativa é que a taxa tenha uma alta de 1 ponto percentual na reunião do Copom na próxima semana.

“Estamos vendo um aumento das apostas de que o Banco Central será mais agressivo ao elevar os juros na semana que vem”, afirmou ao Valor Online o estrategista-chefe do Mizuho no Brasil, Luciano Rostagno. De acordo com o profissional, esse movimento “está dando força à taxa de câmbio e faz com que o real opere com uma valorização um pouco maior em relação aos pares”.

Na agenda de indicadores, a FGV apontou que a confiança da construção voltou a subir em julho, para o maior nível desde março de 2014

Nesta semana, o principal destaque está na reunião de política monetária do Fed, cuja decisão será conhecida na quarta-feira. Não são esperadas mudanças nas taxas de juros e nem no programa de compras de ativos, mas alguns analistas já esperam que os dirigentes do banco central comecem efetivamente uma discussão sobre como se dará o processo de redução das compras de títulos pelo Fed.

E o Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou as projeções de crescimento global. Apesar de ter mantido a média global de 2021 em alta de 6% para o ano, foram feitas alterações para cima em países mais desenvolvidos e para baixo na maior parte dos emergentes.

Uma das exceções foi o Brasil. A projeção passou de um crescimento de 3,7% para 5,3% em 2021. As projeções brasileiras melhoraram bastante por conta de resultados de atividade econômica acima do esperado no primeiro semestre e demonstração de força de exportações.

Fonte: G1

Você pode gostar também

Esse site utiliza cookies para aprimorar sua experiência de navegação. Mas você pode optar por recusar o acesso. Aceitar Consulte mais informação